eu grito em português:
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
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eu grito em português:
sábado, 19 de setembro de 2009
Trabalho Silencioso
uma disritmia em meu coração
que se instalou de vez.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
L'Amoureuse
Les rues sont des jardins, je danse sur les trottoirs
Il semble que mes bras soient devenus des ailes
A música em meus ouvidos nunca foi tão doce e a cada dia torna-se mais colorido o verde que me cerca. Se estive envolta em mar, tonta de navegar ou hipnotizada num labirinto caramelo, devo confessar que - tal às najas ao som da flauta - eu tenho dançado e me erguido por um único sabor. E é mel. É encanto, é prelúdio de paixão e é um pé-ante-pé nos degraus pra que eu não tombe do alto em que me ergue este sonho. Há porém a doce ilusão de que, caso eu caia, (re)pousarei em brancos braços que me alçarão de volta aos céus com suas asas e seu beijo, mel.
Qu'à chaque instant que vole je puisse toucher le ciel
Qu'à chaque instant qui passe je puisse manger le ciel
Car je suis l'amoureuse.
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Ao Mantra Invisível II
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sábado, 29 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
gênesis outra vez.
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
s/ Olhos nos Olhos
Toda liberdade é gradeada, como há frigidez em qualquer prazer. Há também indiferença em sinceros votos de felicidade e distância na presença, ainda que se esteja 'dentro de' ou para além de dimensões materiais. Permeia meus absurdos hoje uma paz tão imensa, uma verdade tão gigante que momentos há em que contesto ora o sossego, ora a agonia. Os círculos que traço partem todos de um centro em comum e, não obstante, me vejo emersa em espirais intrincadas, em armengues de linhas curvas. Fui arrebatada por mil e vinte quatro palavras áridas e sós três - ditas por dizer, em voz de veludo - me açoitaram como chicotes brasis na carne exposta. As cicatrizes que levo como troféu, não as olho. São marcas indeléveis da dor que não sinto e seria por demais cruel que eu me pusesse a encará-las como a caçoar da minha coragem, dos meus cansaços, da minha paura. É insensato somatizar no peito o que só a alma encara, sendo que esta permanece perene enquanto o primeiro padece a pagar as contas de sentimentos frívolos. Há eternidades inteiras no que já não existe enquanto o que permanece atado ao que é vulgar não se desdobra em surpresa alguma. Isto é parte ainda do que afirmo sem alcançar entendimento algum, porque apenas a obediência se revela uma opção à loucura.
domingo, 16 de agosto de 2009
Texto Submerso
Carinho até onde quiseres.
E, ao habitar meu lado escuro, zilhões de sóis
haverão de brilhar.
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cavalos... mariiinhos... (8)
Lilith
- Raisa Bastos y Rodrigues
- 25 anos de sol em leão. queria voltar ao tempo em que era cool escrever letra de música no perfil / cozinha, escreve, pratica boxe e é jornalista nas horas vagas / acha que "transtornada" é um nome muito bacana para quem tem TDAH, eu tenho.




